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Os Novos Bancos em Cena:
Financiamentos Chineses na América Latina

por Kevin P. Gallagher, Amos Irwin, e Katherine Koleski
Publicado pelo Diálogo Inter-Americano
Atualizado maio de 2013
Ler o relatório em Português

Também disponível em Inglês e Espanhol

Cobertura da imprensa
Banco de Dados de financiamento chinês na América Latina

New Banks In Town by Gallagher Irwin and KoleskiNeste relatório estima-se que, desde 2005, China tem concedido aproximadamente USD 86 bilhões em empréstimos aos países latino-americanos. No ano 2010, o montante do financiamento chinês na região foi superior ao total dos empréstimos concedidos pelo Banco Mundial (BM), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos.

Depois de apresentar estimativas do financiamento chinês na região, estudamos também a percepção do que os empréstimos chineses na América Latina têm termos mais flexíveis, não impõem condições políticas e têm diretrizes ambientais menos estritas do que os empréstimos das Instituições Financeiras Internacionais (IFIs) e os governos ocidentais. Descobrimos que:

  • Os empréstimos do Banco de Desenvolvimento da China (BDC) incluem termos mais estritos do que os empréstimos do BM.
  • Ao contrario, o Banco de Exportação e Importação da China (Banco Ex-Im da China) geralmente oferece taxas de juros mais baixas do que o Banco Ex-Im dos EUA – mesmo que esta diferencia provenha do fato de que o BM oferece taxas de juros concessionárias como forma de assistência internacional, enquanto a China oferece taxas concessionárias a traves do Banco Ex-Im.
  • Os bancos chineses outorgam financiamento a um grupo de países muito diferente do grupo ao que atendem as IFIs e os bancos ocidentais: Argentina, Equador e Venezuela têm muitas dificuldades em aceder aos mercados internacionais de capital.
  • Os bancos chineses não sobrepõem em forma significativa com as IFIs nem com os bancos ocidentais, já que outorgam empréstimos de tamanho diferentes, aos setores diferences e aos países diferences. Os bancos chineses estão muito enfocados em prestar aos setores de produção de recursos naturais e aos setores de infraestrutura.
  • Os bancos chineses não impõem condições políticas aos governos mutuários, mais exigem compras de equipamento, e as vezes, acordos de venta de petróleo.
  • As condições de financiamento nos acordos de venta de petróleo parecem ser melhores para os sul-americanos do que a maioria acha.
  • O financiamento chinês opera com um conjunto de diretrizes ambientais, mas estas diretrizes não se pode comparar com as dos seus contrapartes ocidentais.

A nossa esperança é que este relatório cria uma base mais empírica para as futuras pesquisas sobre o financiamento chinês na América Latina e o Caribe (ALC). A nossa pesquisa outorga credibilidade a algumas afirmações sobre a China na América Latina, mas não tanta às outras. Do lado positivo, China serve como uma nova e crescente fonte de financiamento para a ALC, em particular para os países que não conseguem aceder facilmente aos mercados internacionais de capital. Estes empréstimos não têm as condicionamentos dos empréstimos das IFIs e dos bancos ocidentais. E os países de ALC podem obter mais financiamento para fomentar o desenvolvimento no longo prazo, apoiando projetos de infraestrutura e indústria, em vez de seguir as últimas tendências ocidentais do desenvolvimento econômico.

Não obstante, ao contrario de muitos comentários sobre essas matérias, os países da ALC pagam um prêmio mais alto pelos empréstimos da China. Isso vem na forma das taxas de interes, não de empréstimos garantidos pelo petróleo. Muitas vezes se pensa que a ALC simplesmente manda barris de petróleo à China a troca de financiamento, e portanto perde qualquer incremento nos preços. Porém a nossa análise mostra que isso interpreta mal a evidência: a maioria dos empréstimos pelo petróleo na América Latina se vinculam aos preços de mercado, não às quantidades exportadas. Outro custo do financiamento chinês pode estar atado a trabalhar com as empresas chineses, o que reduz os efeitos “colaterais” na ALC nos termos de contratações relacionadas aos empréstimos.

Finalmente, a composição e volume dos empréstimos chineses são potencialmente mais degradantes para o meio-ambiente do que os financiamentos que vêm dos bancos ocidentais. Mesmo que os antecedentes ambientais das IFIs e dos bancos ocidentais não sejam perfeitos, os bancos chineses utilizam diretrizes ambientais menos exigentes.

Ler o relatório em Português
Também disponível em Inglês e Espanhol

Outros Recursos:

China-Latin America Financial DatabaseEl Banco de Dados de financiamento chinês na América Latina é uma colaboração entre GDAE, Boston University's Global Economic Governance Initiative y el Inter-American Dialogue. O banco de dados interativo contém as últimas informações.

Profiting from Precaution: How China’s Policy Banks Can Enhance Social and Environmental Standards, Kevin P. Gallagher, Paulson Institute Policy Memorandum, July 9, 2013

Las finanzas chinas en Latinoamérica: ¿un financiamiento más verde?, Kevin P. Gallagher Katherine Koleski Amos Irwin, Apuntes Vol. XXXIX, N° 71, November 2012

Atravesando el océano pensando en los TBI: arbitraje inversionista-Estado en los tratados bilaterales de inversión chinos, Amos Irwin, Apuntes Vol. XXXIX, N° 71, November 2012

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The Global Development and Environment Institute’s Globalization and Sustainable Development Program examines the economic, social and environmental impacts of economic integration in developing countries, with a particular emphasis on the WTO and NAFTA's lessons for trade and development policy. The goal of the program is to identify policies and international agreements that foster sustainable development.

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